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quinta-feira, dezembro 14

Não é coisa que costume ler, ainda por cima não tem site directo, e eu gosto de poupar as arvorezinhas q servem para fazer o papel onde se escrevem estas alarvidades. Mas, de facto, este pasquim antifascista tem, por vezes, a sua piada, e o dom de aligeirar e apimentar a actualidade. De vez em quando faz falta.
Bem mais do que a verborreia de palermices que já se disseram em torno do caso "Carolina Salgado e o seu diário de bordo do mundo corrupto da bola", chamou-me a atenção a notícia da Paula Bobone. Usou jóias falsas!!!! A aldrabona! isso é que é realmente digno dos escaparates, porque quem se dá ao luxo de publicamente chamar parolo a quem bem lhe apetece, tem por obrigação usar o belo do diamente e do rubi verdadeiro!!! que é lá isso??? já não há vergonha.
Fora de brincadeira, agora: mas que raio contribui isto para a minha felicidade, penso eu. Nada. E depois, não é novidade nenhuma: tipas come estas cometem as piores foleirices todos os dias, à vista de todos - olhem para aquele cabelo... coisa horrorosa. Joias falsas... a notícia devia ser, pelo menos, "joias falsas e parolas, e que não fazem pendant". Credo.
Mas voltando à Catarina, que por acaso diz-se que conheceu o Pintinho em Ponte de Lima, valha-me Deus, eu tinha para mim que este livro era mais um panfleto a conspurcar, para além da imagem do Pintinho (também não diz nada q milhões de pessoas não pensem...), as estantes das nossas livrarias. Mas depois de ler alguns excertos, acho que, na noite de Natal, naquela altura de começar a contar anedotas, deviam ler-se certas partes da obra literária desta moça, porque é de morrer a rir. A rapariga escreve mal, e tal como pensa, ora dado que aquela cabeça é um bibelot , e daqueles foleiros das lojas dos chineses, não podia de lá sair grande coisa. O que será que a Paula Bobone pensa disto tudo?
Enfim, no nosso quintalinho assim lá vai andando a porca nas couves. Venha a reforma agrária.