Depois da 1ª série, fiquei fã. Gostei da série "O sexo e cidade", mas confesso que já fartava um bocadito. Esta série das donas de casa veio propor um formato diferente, com um ponto de vista oposto, quem sabe no intuito de impor um paralelismo... Donas de casa, sim, ma non troppo. O número de esqueletos no armário destas senhoras é suficiente para transformar a série numa interessante cerca de meia hora frente à TV (dos poucos motivos que há para ver a SIC...). Acho piada ao humor negro que ronda sempre as histórias. "Senhoras de bem", com a vida característica do sonho americado, no seu bairrozinho perfeito, às voltas com questões menos próprias e menos públicas. Há crime, há sexo, há traição, há a dicotomia tarefas masculinas - femininas, há tensão familiar, há inveja, há ciúme, há vício... tudo dentro das cercazinhas imaculadamente brancas que resguardam as begónias perfeitas e a relva religiosamente aparada....
Considerações sobre assuntos de suma relevância, de relativa importância, de duvidosa congruência, e até mesmo sem qualquer tipo de interesse. Mas com muito Hot Fudge.
quarta-feira, abril 5
Donas de casa desesperadas - O regresso
Depois da 1ª série, fiquei fã. Gostei da série "O sexo e cidade", mas confesso que já fartava um bocadito. Esta série das donas de casa veio propor um formato diferente, com um ponto de vista oposto, quem sabe no intuito de impor um paralelismo... Donas de casa, sim, ma non troppo. O número de esqueletos no armário destas senhoras é suficiente para transformar a série numa interessante cerca de meia hora frente à TV (dos poucos motivos que há para ver a SIC...). Acho piada ao humor negro que ronda sempre as histórias. "Senhoras de bem", com a vida característica do sonho americado, no seu bairrozinho perfeito, às voltas com questões menos próprias e menos públicas. Há crime, há sexo, há traição, há a dicotomia tarefas masculinas - femininas, há tensão familiar, há inveja, há ciúme, há vício... tudo dentro das cercazinhas imaculadamente brancas que resguardam as begónias perfeitas e a relva religiosamente aparada....
Itinerário da repressão
Pedro Medeiros inaugura hoje, aqui em Coimbra, às 17h30, a exposição (fotográfica) “Voz do Silêncio - Prisões Políticas Portuguesas”. Local: antigas prisões académicas, no edifício da Biblioteca Joanina da Universidade de Coimbra. Este projecto, que conta com a especial colaboração do Centro de Documentação 25 de Abril e da Universidade de Coimbra, começou em 1999, numa viagem de trabalho que o fotógrafo realizou a Cabo Verde, Ilha de Santiago, tendo-se deslocado ao Campo de Concentração do Tarrafal, sobejamente conhecido por “Campo da Morte Lenta". O projecto foi depois desenvolvido por Pedro Medeiros num processo de investigação pessoal, que resultou na missão fotográfica levada a cabo aos espaços da Prisão Forte de Peniche, Cadeia do Aljube, Prisão Forte de Caxias e às sedes da PVDE – PIDE/DGS de Lisboa, Coimbra e Porto. Para o fotógrafo, este é também “um projecto dedicado a todos os que sofreram a brutal e injusta privação da liberdade, aos que sobreviveram e à memória dos que faleceram no cárcere”.
Quem já andou pelos Encontros de Fotografia, já conhece esta local da exposição. Adequadíssimo ao tema que inaugura hoje, é um local onde a fotografia ganha vida. Lembro-me, numa das exposições que visitei lá, de me ter sentado no meio de uma das salas onde estavam expostas a fotos. No meio do silêncio sepulcral que é característico dali (afinal, são umas catacumbas...), as pessoas e os locais das fotos comunicavam vivamente.
Para quem gosta do tema e para quem gosta de fotografia, a visitar: a exposição estará patente ao público até 15 de Maio próximo, todos os dias, num horário das 09H30 às 12H30 e das 14H00 às 19H00.
Fonte: As Beiras Online
terça-feira, abril 4
Fernandinho III
Correndo o risco de ser acusada de bairrismo galopante, e agora que já regressei a esta Lusa Atenas, que tem tanta tradição em termos de tunas, cá vai mais uma nova de Ponte de Lima: o belo do Festival de Tunas, o Fernandinho, que é organizado pela Universidade Fernando Pessoa (que tem um pólo na Princesa do Lima). Eu não sou grande fã de tunas, mas os mocinhos da ESTUDANTUNA até que são simpáticos, e alguns deles, nada, nada, de se deitar fora. E também organizam coisas engraçadas, ainda por cima (Ah! Para os meninos, a UFP também tem uma tuna feminina, a SPESTUNA). Mais informação aqui. segunda-feira, abril 3
Noite Limiana
Para vossa informação, povo da urbe, esta noite aqui Ponte de Lima, está absolutamente fantástica. Para mim, a 1ª noite de Primavera deste ano. A temperatura deve estar semelhante por todo o lado hoje, mas em mais nenhum lado me sabe tão bem quanto aqui. Excepção aberta só talvez na praia. Paradisíaco.
Subscrever:
Mensagens (Atom)
