Desta vez foi no país de nuestros hermanos... dois cartoonistas abusaram da sorte e desenharam sua alteza o Príncipe em pleno acto de concubinato com a sua realíssima esposa, e olhem no que deu. Só não percebo se a Família Real se ofendeu com o facto de alguém pensar que eles tem destas coisas como os comuns mortais, ou se foi por transparecer no desenho que Sua Alteza Real não faz nenhum (O personagem do cartoon dizia que se a sua parceira engravisasse de novo, seria como que o seu único trabalho, dada a política do governo espanhol prever a atribuição de 2500 € por cada bébé nascido no país). ..
Considerações sobre assuntos de suma relevância, de relativa importância, de duvidosa congruência, e até mesmo sem qualquer tipo de interesse. Mas com muito Hot Fudge.
terça-feira, novembro 13
Prefiro esperar pela cópia pirata
NÃO VOU VER O FILME ao cinema, está claro. Não engordarei nem em um cêntimo a conta bancária dessa senhora, que tem muito bom corpo para trabalhar, lá no bar de alterne de onde nunca devia ter saído, ou melhor, de onde o Pintinho nunca a devia ter tirado.Portista como sou, nunca poderia compadriar com esta tipa a quem não chegou a estabilidade de um apartamento pago e um BMW. Queria mais, queria o jet set, queria a ribalta e ser uma senhora. Qualquer alternadeira ambiciona encontrar um papalvo que lhe pague as contas e lhe dê uma vida confortável. Esta não. Esta queria muito mais que isso, queria aparecer na Maria e na Lux Woman, fazer fotografias na mansão que outros pagaram, armar ao fino, vestir visons, ir a festas do High Society e viajar pelo mundo à pato, para depois ir lá ao bar de alterne mostrar às bielorussas e às brasileiras as fotografias que tirou na terra delas.
O Pintinho, coitado, peca por gostar deste tipo de mulher rasca. Uma pena. Já se deve ter arrependido milhões de vezes de ter levado esta para casa. Qualquer cão vadio agradece a mão que lhe dá conforto, esta tipa mordeu essa mão, cuspiu no prato que comeu e ainda se arroga ares de justiceira e paladina dos bons costumes!!!
O que esta tipa quer não é a moralização do futebol, está a borrifar-se para isso; é ficar na ribalta, é não ser esquecida após o Pintinho se ter fartado dela, é continuar a ser convidada para os eventos, é ser uma vedeta. E o que me irrita mais é que está a conseguir...
Quanto ao filme, está cheio de bons actores, mas deviam ter arranjado uma actriz mais velha, mais feia e mais foleira para fazer o papel da alternadeira. Assim prejudica-se o realismo da coisa. Sobretudo, deviam ter-lhe dado outro nome!!!!
Verei o filme, decerto, mas aguardo pela cópia pirata. Perdoem-me os actores, são os únicos que respeito, porque os restantes também são uma camada de oportunistas. Nem mais um cêntimo para essa aproveitadora, para que caia de uma vez no esquecimento.
Corrupção no futebol, essa sempre houve, sempre vai haver, haja quantos processos houver. Foi novidade para alguém? E o Pintinho não é, de longe, o único. deixem de pagar cotas dos clubes, deixem de pagar bilhetes de jogos, deixem de comprar camisolas oficiais, deixem de patrocinar. Assim, acabarão com a corrupção, e, já agora, com os salários milionários desses
sugadores emproados dos jogadores.
quinta-feira, novembro 8
Já não se pode dizer nada... III
E desta vez é com o Tribunal de Contas, que deixou escapar ao "Sol" informação sobre o resultado, ainda não publicado, de uma auditoria às contas das Estradas de Portugal, que pelo visto são mais um monstrinho sugador de dinheiros públicos para benefícios mais privados que públicos.... e ainda dizem que dão prejuízo!!
Já para não falar nos funcionários de instituições obrigadas a segredo profissional, que se vendem aos jornalistas como rameiras de beira de estrada...
Eu já não sei o que é pior - saber ou não saber, eis a questão.
quarta-feira, novembro 7
Como se engorda o porco deles
Eu pago a minha casa, tu também pagas, eles pagam o carro, nós pagamos o computador, vós pagais a mobília da sala, eles pagam ainda a máquina de lavar roupa. É assim que se conjugam verbos como o "Crédito à habitação", "Leasing" e "Crédito pessoal", entre outros. A classe média, média-baixa, e até mesmo média-alta, vivem este terror diário de contar tostões para conseguir pagar todos os malfadados empréstimos que se vão contraindo para fazer face à desgraceira que é o custo de vida que temos. Oferecem-nos dinheiro pelos olhos dentro, os bancos. É tudo tão fácil, como assinar o nosso nome num papel. E assinamos, depois, todos os meses nos vamos apercebendo de mais alguma coisita que não nos explicaram, ou não quisemos ouvir, e que é menos boa para nós. E a prestação cai. As prestações todas, para quem recorre muito, por vício ou por necessidade, ao crédito.Duas classes ficam de fora - a classe alta, que não tem qualquer problema, pois, recorrendo muito ao crédito como é seu hábito, se não pagar, ninguém chateia, e ainda oferecem mais créditos aprovados (veja-se o caso do filho do Jardim Gonçalves... ele sim, tem pais ricos, não precisou do BES, resolveu o problema no BCP). A Classe baixa, essa, divide-se em duas: a que vive de expedientes e do rendimento mínimo, à custa do que todos nós andamos a pagar, recusando-se a trabalhar, porque é sempre melhor ter tempo para gastar o dinheiro do subsídio, e a que trabalha precariamente, ganha e vive mal, a quem os bancos recusam sequer que se sentem nas cadeiras do atendimento para créditos... Esses não tem empréstimos para pagar Terão outros problemas. Mas o que é vergonhoso é esta promiscuidade dos bancos em facilitar tudo para se ir buscar um cliente para crédito, para depois o esfolar vivo durante uma data de anos, sugando-o até ao tutano, muitas vezes deixando-o na miséria. O cliente incauto cai nisto, mas o mais experiente acaba por cair também. O consumismo, a fraca qualidade e pouca durabilidade dos bens que se compram, mesmo dos mais caros, as exigências sociais, etc, etc, etc, obrigam a recorrer ao crédito para fazer face à despesa que não se consegue pagar a pronto... Custa tão pouco como só o dobro daquilo que se pede. E para quê? Para isto. Lucros astronómicos para os Bancos. É o nosso dinheiro, meus caros, que vai engordando os porquinhos deles, e esmifrando os nossos.
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