quarta-feira, dezembro 26

Rennie, Guronzan e água das pedras...

O Natal tem destas coisas, e o dia seguinte, também... hoje está tudo cá com uma vontade de trabalhar... vá, pessoal, 5 dias de "dieta" de restos das iguarias do Natal, e vá de preparar que daqui a uma semana já estamos em 2008, a recuperar do reveillon!...
Boas entradas!

quinta-feira, dezembro 20

A TOOOOODOOOOS UM BOM NATAAAAAAAAL!!!

Porque é Natal já no início da próxima semana, e porque ainda não despachei as prendas todas, ficam já aqui os votos de um grande Natal para todos, com muitos coros de Santo Amaro de Oeiras à volta dos ouvidinhos a tilintar músicas de Natal.
E já agora, umas boas entradas em 2008. Divirtam-se, não abusem, que as brigadas andam aí...

segunda-feira, dezembro 3

3 Vivas para o novo Bastonário

Tenho a dizer que há que saudar o novo bastonário da ordem dos Advogados. Apelidado de "perigoso" e "defensor dos descamisados e desempregados da advocacia" por muitos, nomeadamente pelo Marcelo Rebelo de Sousa (que nem advogado é...), expôs um plano que pode muito bem ajudar a mudar o rumo das coisas na Justiça. Também é jornalista, pelo que, penso eu, não terá qualquer problema em denunciar os males da justiça, em vez de os encobrir.
Quanto à Ordem, acredito que tende a melhorar com este homem no leme. Especialmente pela maneira como planeia defender os colegas mais jovens e as advogadas, que, até aqui, nem ter um filho podiam, porque a advocacia não conhecia tal coisa de licença de maternidade.
E depois, não corremos o risco de ver o bastonário dos advogados portugueses a defender dois arguidos ingleses, que nada mais fazem senão injuriar a justiça portuguesa, tal como fez o anterior bastonário - o Marinho e Pinto compromete-se a dedicar-se exclusivamente ao cargo de bastonário.
Mais: o Júdice demitiu-o porque ele falou mal dos juízes. Agora, vão todos ter que levar com ele e é muito bem feita....

segunda-feira, novembro 19

Do pó ao pó (de uma maneira ou de outra)


Detesto velórios. Funerais, pior ainda, especialmente se for de gente conhecida, ou da família. Ver gente morta, coberta por um pano ou um vidro, no meio dos entrefolhos do cetim de um caixão é, no mínimo, de tirar o sono nessa noite.
Realmente, entende-se o porquê de, nos primórdios, os nossos antepassados optarem por enterrar os mortos, pois, por um lado, os cadáveres em putrefacção nunca foram bons vizinhos, e, por outro lado, ninguém gostaria de ver um ente querido a ser devorado por abutres, minhocas ou coisa pior.
Depois, sempre ficam ali os restos mortais, guardados num jardim mais ou menos bonito, consoante os casos, para lá irmos prestar homenagem e fazer uma visitinha. Mas, de facto, com tanta gente a morrer por aí, daqui a uns anos não há terrenos para cemitérios, especialmente se a construção não parar - e a menos que se inicie a construção de condomínios para a vida eterna, isto é, cemitérios de luxo: aí, onde vão enterrar-se os nossos mortos?
Na minha terra, um de cujus que não seja velado em casa é um triste que nem casa tem de jeito - para mim, são famílias que tem juízo, e depositam os seus falecidos na capela, não tendo que viver o resto da vida com a imagem daquela pessoa morta, ali na sala.
E depois, o ritual todo, o enterro, a procissão ao cemitério... arrepia-me.
É notícia do Publico que as cremações aumentaram radicalmente (4 vezes) em Lisboa, nos últimos 10 anos, e a tendência é nacional. Gente com juízo, também. E sempre se pode levar o potinho das cinzas para por em cima da lareira, e prestar homenagem todas as manhãs ao pequeno almoço.